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A natureza, Sante Petrolati email Autore URL Autore
.: Data Pubblicazione 26-Feb-2007 :: Letture:: 6266 :: Stampa solo questa pagina :: Stampa pagina con tutte le sottopagine:.

 

  • Senigallia:
    Senigallia foi a primeira colónia fundada pelos romanos na Costa Adriática, nos inícios do século III a.C.. O seu nome lembra o dos Gauleses Senoni estabelecidos no território e derrotados na batalha de Sentino, a actual Sassoferrato, em 295 a.C.. Em 1474, por concessão do Papa Sisto IV, a cidade passou ao domínio dos Della Rovere os quais em 1508 herdaram também o ducado de Urbino. A  dinastia, extinta em 1631 com a devolução do Ducado ao Estado Pontifico, enriqueceu Senigallia com os seus mais prestigiosos Monumentos (a Fortaleza Roveresca, Palacete Baviera, o Convento de Santa Maria das Graças, o Palacio do Duque e a Fonte dos Patos). A meio do século XVIII, o Papa Benedetto XIV encaminhou a construção dos Porticos Herculanos e a ampliação da cidade. Senegallia conheceu um outro período de esplendor sob o pontificado do Papa Pio IX, o seu filho mais ilustre, generoso benfeitor da cidade, beatificado recentemente. Senigallia, hoje em dia, é uma moderna cidade balnear, com cerca de 50.000 habitantes.
    La Rotonda a Mare... allalba... La Spiaggia di Senigallia... detta

     

  • Conero:
    O Parque regional do Conero, instituído em 1987, é um oásis ambiental nascido à volta do monte Conero: 572 metros a pique de vegetação mediterrânea sobre o mar. Uma zona protegida na qual é possível passear nos 18 caminhos que se desenvolvem entre os bosques, a só ou acompanhado por guias profissionais (“Forestalp” e “Natureza e Turismo”), observar a circulação dos pássaros migratórios como o falcão peregrino e as aves de rapina nocturnas, visitar preciosos testemunhos histórico-artísticos, como a Torre de Guarda e a pequena igreja românica de S. Maria na baía de Portonovo. O monte Conero tem o nome de um seu antigo produto, o Komaròs, para os antigos gregos, o Medronheiro ou “cerejeira marinha” para nós. O Medronheiro é um arbusto típico da vegetação mediterrânea. Os seus frutos são bagas redodndas de sabor adocicado, com pele granulosa de cor do amarelo ao vermelho escarlate consoante a maturidade. Recolhido no fim do outono podem ser consumidos frescos ou confeccionados. Do medronheiro produz-se também um óptimo vinho rosé e mel.
    Il Conero Unaltra vista del Conero...

     

  • As Grutas de Frasassi:
    Descobertas em 1971 e abertas ao publico 3 anos depois, as Grutas de Frasassi são uma maravilha da natureza. O percurso dentro das grutas é de um quilómetro e meio. A primeira caverna chama-se “Abismo de Ancona” e é a maior caverna subterrânea da Europa. Poderia conter todo o Duomo de Milão. Ao longo do percurso existem galerias e cavernas com impressionantes estalactites, estalagmites, lagos e rochas com formas e cores incríveis. No interior, a temperatura, aproximadamente de 12 graus, é constante todo o ano. A visita é feita em italiano ou inglês. Próximas das grutas estão as Termas de San Vittore, onde é possível fazer curas estéticas com águas termais. Na zona é também possível fazer rafting, trekking e equitação.
    Genga - Le Grotte Di Frasassi Unaltra stanza delle grotte...


  • Parque da Gola della Rossa:
    Escavada pelo Esino, é dominada por montes inacessíveis e acuminados. Aqui apresentam-se numerosas grutas que foram espectadoras da lenta evolução do homem pré-histórico. A Gola della Rossa está compreendida entre os montes Revellone (841m) a sul, Murano (882m) e Verino (817m) a Norte. Sobre as rochas estabelece-se uma vegetação rupicula especializada e de particular valor como a Moehringis papulosa (exclusiva da Rossa, do Furlo, de Frasassi), Rhamus saxatilis, Potentilla caulescens, Iberis saxatilis. Na parte subjacente, onde se acumulam os detritos provenientes da erosão dos sectores mais elevados, desenvolvem-se pastos áridos a sesleria do Appennino, espécie difusa em altura e que aqui se pode encontrar a apenas 300 metros de altitude. Espécies talvez interessantes da zona são a Genista michelli, a Ruta divaricata, o alho montanhês e o asfodelo amarelo. Na encosta hidrográfica direita, completamente rupestre e recoberta por vegetação arborizada com significativas intromissões de vegetação mediterrânea, encontram-se bosques mistos de bordo preto penetrados por uma densa população de buxo. A Gola della Rossa, cuja estrutura geológica (à base de calcário maciço) é similar àquela da vizinha Frasassi, apresenta numerosas e vastas cavidades carsicas. A gruta de Vernino cuja entrada é constituída por uma ampla janela, abre-se sobre a encosta esquerda. O interior é rico de concreções de calcário puríssimo. Na boca de algumas grutas, como a da Ferrovia, foram recuperadas importantes descobertas fósseis de pequenos e grandes mamíferos. São de interesse particular as do orso. A garganta é ainda frequentada pela águia real, pelo mocho-real, pelo falcão peregrino e por outras aves de rapina. Interessante a presença no ambiente fluvial do melro aquático e do cervone, a maior serpente presente nesta zona. De interesse histórico é a presença sobre as encostas do Monte Revellone do mosteiro beneditino de Grottafucile.
    Parco Gola della Rossa dal Parco Gola della Rossa...


  • Parque dos Sibillini:
    A tradição quer que Visso, hoje sede do Parque Nacional, tenha sido fundado 907 anos antes da era de Roma e que, do seu reconhecimento como terra livre e até à invasão napoleónica, fosse dividido em cinco distritos chamados “Guinchos” que compreendiam também Castelsantangelo e Ussita. Um território rico de castelos e torres de vigia, que ainda hoje caracterizam a estrutura de numerosos centros habitados, edificados pelos habitantes do vale para se defenderem das repetidas incursões dos Sarracenos. Nos prados de Ragnolo, no período estivo, podem-se observar esplêndidos florescimentos de orquídeas, liliaceas, e outras espécies interessantes como a fritilaria de Orsini, o narciso ou o aster alpino. No vale de Fiastrone, impressionante precipicio escavado pelas águas, encontra-se a Gruta dos Frades antigo e sugestivo retiro dos monges Clareni, do ano mil. Ao pé do lago de Fiastra, onde se espelham os cimos dos montes circunstantes, pode-se alcançar o sugestivo vale de Acquasanta com as suas esplendidas cascatas e a gruta do orso, toponimo que testemunha a passada presença desta espécie também sobre os Sibillini. Os Sibillini na idade média eram conhecidos em toda a Europa como reino dos demonios, necromantes e fadas. Entre as numerosas lendas as mais famosas são as da Sibilla, “Iluste profeta” que vivia numa gruta situada no homonimo monte e a de Pilato segundo a qual o corpo inanimado do famoso procurador romano foi arrastado por alguns bufalos nas águas avermelhadas do lago “demoniaco”, situado na alta incisao valliva que atravessa longitudionalmente o maciço do Vector. Pouco distante encontra-se a Gola dell'Infernaccio, na qual  esvoaçam ainda as lembranças dos antigos ritos necromantes e sugestivo exemplo da erosão operada pelo rio Tenna sobre os calcarios da zona. Sobre o vasto território, é também possível encontrar o lobo, o açor e a águia real.
    La catena montuosa dei Sibillini Cresta del Monte Sibilla

 

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